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><channel><title>Rumo Sustentável &#187; Especiais</title> <atom:link href="http://www.rumosustentavel.com.br/categoria/especiais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.rumosustentavel.com.br</link> <description>Sustentabilidade, Desenvolvimento Sustentável, Responsabilidade Corporativa, Terceiro Setor</description> <lastBuildDate>Wed, 01 Feb 2012 19:45:49 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Atitudes sustentáveis no trabalho</title><link>http://www.rumosustentavel.com.br/atitudes-sustentaveis-no-trabalho/</link> <comments>http://www.rumosustentavel.com.br/atitudes-sustentaveis-no-trabalho/#comments</comments> <pubDate>Tue, 24 May 2011 01:16:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Pili Palácios</dc:creator> <category><![CDATA[Especiais]]></category> <category><![CDATA[Meio Ambiente e Ecologia]]></category> <category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.rumosustentavel.com.br/?p=4807</guid> <description><![CDATA[Por Mariana Bonfim* &#160; Em tempos de ecologicamente correto, consumidores com consciência ambiental exigem atitudes ecológicas de qualquer empresa. Saiba quais atitudes os funcionários de uma empresa de qualquer porte pode tomar para proteger o meio ambiente. Ar condicionado: Regule os aparelhos e troque o filtro com regularidade para evitar gastos com energia desnecessários e [...]
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id="more-4807"></span></p><p>Luminosidade: Abra as janelas e aproveite a luminosidade natural durante o dia. Troque as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes para economizar ainda mais. Instale sensores de presença nas salas da empresa para que a luz só fique acessa com a presença de alguém.</p><p>Água: Nos banheiros da empresa, use torneiras automáticas. Deixe avisos para que não se jogue lixo no vaso sanitário, evitando o seu desentupimento (<a
href="http://www.desentupidora18doforte.com.br/desentupimento.php">http://www.desentupidora18doforte.com.br/desentupimento.php</a>), o que gasta uma grande quantidade de água e representa custo para a empresa.</p><p>Papelaria: Use papel reciclado em toda a papelaria do escritório, desde opapel de impressão até as cartas, envelopes e memorandos.</p><p>Carona: Muitas empresas oferecem ônibus fretado para seus funcionários. Para também incentivar que se deixe o carro em casa, organize listas de carona, aproximando pessoas que moram na mesma região e incentivando que uma dê carona a outra.</p><p>Reciclagem: Recicle todo o material utilizado na empresa. Oriente os funcionários para dar a destinação correta ao lixo, além de incentivar para que reduzam o consumo dos materiais.</p><p>Plantio de Árvores: Faça convênios com ONG´s que reflorestam áreas preservadas para organizar um evento bem interessante entre seus funcionários, onde cada um será responsável pelo plantio de uma muda nativa na área de preservação. Se a sua empresa possue uma parea verde, é interessante plantar várias árvores nelas, ou até mesmo em parques e praças nas proximidade dela.</p><p>Reuniões: Evite reuniões externas para economizar no transporte. Ofereça para seus clientes opções como videoconferência e chamadas com vídeo pelo Skype.</p><p>Escadas: Promova campanhas de incentivo para que os funcionários evitem escadas rolantes e elevadores, utilizando as escadas normais enquanto fazem exercícios e ajudam no meio embiente.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>*Mariana Bonfim é formada em Contabilidade pela Universidade Nove de Julho (UniNove) e trabalha na empresa Desentupidora 18 do Forte.</strong></p><p>&nbsp;</p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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isPermaLink="false">http://www.rumosustentavel.com.br/?p=4746</guid> <description><![CDATA[Há uma linha comum em todas as publicações sobre desenvolvimento sustentável no que diz respeito ao alcance de um desenvolvimento econômico duradouro sem exaurir os recursos naturais, bem como sobre as estratégias para preservar nosso habitat sadio para os descendentes humanos. Diante dos pressupostos do Desenvolvimento Sustentável, é preciso analisar as oportunidades que surgem para [...]
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id="more-4746"></span></p><p>Segundo Sachs (1993), para melhor entender a sustentabilidade em sua plenitude, é preciso olhar para o processo de desenvolvimento a partir de dimensões variadas, que analisaremos a seguir:</p><p>Sustentabilidade social: a maior preocupação é com o bem-estar humano, ao promover a cidadania e a melhora na qualidade de vida. É imperativo que não nos omitamos das questões sociais e busquemos um ideal que seria a emergência de um novo paradigma cultural que descarte o pensamento consumista.</p><p>Sustentabilidade econômica: em termos empresariais, se enaltece a Responsabilidade Social Corporativa, onde, segundo critérios econômicos, sobressai-se a necessidade de geração de emprego e renda. Auxiliando este processo, pode-se citar, segundo critérios macroeconômicos, o planejamento governamental, com vistas a diminuir os custos sociais e ambientais por meio de alocação e fluxos de recursos de maneira mais eficaz.</p><p>Sustentabilidade ecológica: seria impossível pensar a sustentabilidade sem mencionar que necessitamos alcançar o correto denominador comum entre o desenvolvimento e a preservação da natureza. Para tanto, se faz necessário buscar constantemente tecnologias limpas que propiciem, desta forma, uma gestão ambiental de modo a manter a deterioração em um nível mínimo.</p><p>Sustentabilidade cultural: não há que se falar também em Desenvolvimento Sustentável se não mantivermos a identidade cultural dos povos. É neste ponto que é possível preservar as raízes culturais dos seres humanos, propiciando e sendo um catalisador para as outras dimensões.</p><p>Portanto, falar de Desenvolvimento Sustentável é lidar com uma interdisciplinaridade enorme, o que, muitas vezes, pode tornar o caminho mais difícil devido a dificuldade de se traçar um objetivo comum em face de tantas mentes pensantes nas mais diversas áreas do conhecimento.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Referências</strong></p><p>SACHS, Ignacy. <strong>Estratégia de Transição para o Século XXI</strong>. São Paulo: Nobel, 1993.</p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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isPermaLink="false">http://www.rumosustentavel.com.br/?p=4658</guid> <description><![CDATA[Caros leitores, Proponho como exercício que reunamos os dias relacionados a sustentabilidade, com objetivo de contribuir com os debates. Lembrando que a intenção minha não é esgotar todos os dias, justamente para ensejar o debate e a troca de conhecimentos. Portanto, vou colocar alguns. Quem tiver mais dias e interesse de contribuir, sinta-se a vontade [...]
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id="more-4658"></span></p><p><strong>24/01 &#8211; Dia da Previdência Social</strong></p><p>Conforme o Art. 6º da Constituição/1988, são direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados.</p><p>A Previdência Social é um seguro que garante a renda do contribuinte e de sua família, em casos de doença, acidente, gravidez, prisão, morte e velhice. Oferece vários benefícios que juntos garantem tranquilidade quanto ao presente e em relação ao futuro assegurando um rendimento seguro. Para ter essa proteção, é necessário se inscrever e contribuir todos os meses. Maiores informações clique <a
href="http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=59">aqui</a>.</p><p>Neste mesmo dia se comemora o Dia da Constituição. Isto nos remete a nossa Carta Magna de 1988, um marco na história do Brasil, definindo uma série de novos direitos e garantias fundamentais e ampliando outros já existentes, além de tratar o meio ambiente com muito mais seriedade.</p><p><strong>21/03 &#8211; Dia Internacional Contra a Discriminação Racial</strong></p><p>O Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial faz referência ao Massacre de Shaperville e foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Este dia possui relação com o pilar social do Desenvolvimento Sustentável.</p><p><strong>22/03 &#8211; Dia Mundial da Água</strong></p><p>O nosso bem natural mais importante. O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992.  Anualmente, o dia 22 de março, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionados a este importante bem natural. Abaixo a Declaração Universal dos Direitos da Água:</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 1º &#8211; A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 2º &#8211; A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 3º &#8211; Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 4º &#8211; O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 5º &#8211; A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 6º &#8211; A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 7º &#8211; A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 8º &#8211; A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 9º &#8211; A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.</p><p>&nbsp;</p><p>Art. 10º &#8211; O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>07/04 &#8211; Dia Mundial da Saúde</strong></p><p>Este dia foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes na manutenção do bom estado de saúde das pessoas ao redor do mundo, possuindo o objetivo também de alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.</p><p>Lembrando que a Constituição de 1988 faz menção a saúde em seu Art. 196, ao dizer que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.</p><p><strong>15/04 &#8211; Dia da Conservação do Solo</strong></p><p>Mais um dia de suma importância para a sustentabilidade. Conservar o solo e não exaurir seus recursos é fundamental para garantirmos um futuro melhor para o próximo.</p><p><strong>22/04 &#8211; Dia do Planeta Terra</strong></p><p>Este dia foi criado com a finalidade de conscientizar as pessoas sobre os problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.</p><p>Interessante fazer menção também ao texto da Carta da Terra que vai ao encontro do exposto acima. Este pode ser acessado <a
href="http://www.cartadaterrabrasil.org/prt/text.html">aqui</a></p><p><strong>28/04 &#8211; Dia da Educação</strong></p><p>Mais um dia que pode parecer distante da sustentabilidade em uma visão mais contida, mas que ampliando os horizontes, é impossível pensar em sustentabilidade sem poder transmitir o saber e os valores essenciais à sociedade através do conjunto de técnicas e conhecimentos que sintetizam o que é a educação.</p><p><strong>01/05 &#8211; Dia Mundial do Trabalho</strong></p><p>Como garantir a dignidade da pessoa humana, fundamento de nossa Carta Magna de 1988, se não disponibilizarmos o trabalho para que os cidadãos se sintam dignos ao conseguir seu próprio sustento com seu esforço pessoal.</p><p><strong>05/06 &#8211; Dia Mundial do Meio Ambiente</strong></p><p>Neste dia é importante sempre lembrar  que a semente do comportamento coletivo mora em cada atitude individual. Pensar no meio ambiente como parte da natureza a qual nós, seres humanos, pertencemos, é tarefa para cada um. Devemos ser proativos e não esperar que a solução parta dos outros, sem nos preocuparmos com a nossa parte.</p><p><strong>04/07 &#8211; Dia Internacional do Cooperativismo</strong></p><p>A união faz a força. Pra resolver os problemas sociais e ambientais, nada melhor que unirmos as nossas forças em prol do bem comum. É justamente esta ideia de cooperação que este dia nos remete sempre.</p><p><strong>05/08 &#8211; Dia Nacional da Saúde</strong></p><p>Já foi abordado o dia mundial da saúde, mas vale lembrar que no Brasil este é o dia nacional da saúde.</p><p><strong>05/09 &#8211;  Dia da Amazônia</strong></p><p>Impossível esquecer da nossa Amazônia – a maior floresta do mundo – e que possui uma biodiversidade enorme, sendo fundamental para o equilíbrio ambiental do mundo.</p><p><strong>16/09 &#8211;  Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio</strong></p><p>Este dia esteve muito em voga na década de 80, mas é importante sempre lembrar que a camada de ozônio é o nosso “escudo protetor”.</p><p><strong>21/09 &#8211;  Dia da Árvore</strong></p><p>Sem elas não respiraríamos. Acredito que não é necessário maiores comentários para compreender a importância das árvores para a sustentabilidade ambiental.</p><p><strong>04/10 &#8211; Dia da Natureza</strong></p><p>Sendo a natureza a mãe de todos, devemos respeitá-la todos os dias de nossas vidas. É dela que vem nossa comida, nossa água e nosso oxigênio.</p><p><strong>12/10 · Dia do Mar</strong></p><p>A riqueza dos ecossistemas marinhos deve ser conservada se quisermos proporcionar uma melhor qualidade de vida para nossos filhos.</p><p><strong>16/10 &#8211; Dia Mundial da Alimentação</strong></p><p>Infelizmente vivemos num mundo onde a fome é cada vez maior, sobretudo na África. Portanto, inimaginável seguir os princípios da sustentabilidade se não garantirmos algo tão básico da dignidade humana, ou seja, a correta alimentação.</p><p><strong>24/10 &#8211; Dia das Nações Unidas – ONU</strong></p><p>As Nações Unidas são uma organização de países que se juntaram voluntariamente para trabalharem pela paz mundial. Sobre este tema é interessante verificar a Carta da ONU que pode ser encontrada <a
href="http://www.onu-brasil.org.br/documentos_carta.php">aqui</a></p><p><strong>10/12 · Declaração Universal Direitos Humanos</strong></p><p>Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Este é o primeiro dos 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Para acessar a declaração completa clique <a
href="http://portal.mj.gov.br/sedh/ct/legis_intern/ddh_bib_inter_universal.htm">aqui</a></p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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isPermaLink="false">http://www.rumosustentavel.com.br/?p=4620</guid> <description><![CDATA[O instituto da propriedade é antigo. Por exemplo, segundo Barreto (2005), em Roma, de início, não havia uma sistematização dos conhecimentos sobre o tema em tela. A propriedade apresentava-se como um direito absoluto, no sentido de não comportar limites ou restrições, o qual conferia ao seu titular um poder de usar, gozar e dispor da [...]
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href='http://www.rumosustentavel.com.br/contexto-socioambiental-mundial-contemporaneo/' rel='bookmark' title='Contexto socioambiental mundial contemporâneo'>Contexto socioambiental mundial contemporâneo</a></li></ol>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O instituto da propriedade é antigo. Por exemplo, segundo Barreto (2005), em Roma, de início, não havia uma sistematização dos conhecimentos sobre o tema em tela. A propriedade apresentava-se como um direito absoluto, no sentido de não comportar limites ou restrições, o qual conferia ao seu titular um poder de usar, gozar e dispor da coisa. Para os juristas romanos daquela época, a propriedade era constituída de três faces: usus (o poder de utilizar-se da coisa); o fructus (o poder de perceber frutos ou produtos do bem); e o abusus (o poder de consumir ou alienar a coisa).</p><p>Esta ideia de tratar a propriedade como um direito absoluto já está ultrapassada. Contemporaneamente, este é um direito fundamental que comporta limitações, assim como os demais. Hodiernamente, conforme apontado pela Carga Magna no art. 5º, XXIII, “<em>a propriedade atenderá à sua função social</em>”.<span
id="more-4620"></span></p><p>Quando a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 diz que a propriedade privada tem uma função social, ela está afirmando que o proprietário tem o dever de exercer o seu direito de propriedade, não mais unicamente em seu próprio e exclusivo interesse (como em Roma), mas em prol do bem comum. A legitimação do direito de propriedade pelo proprietário ocorre justamente quando se cumpre a função social desta.</p><p>Nas palavras de Marchesan, Steigleder, Cappelli (2007), alguns autores utilizam a expressão função socioambiental da propriedade para designar a imposição ao proprietário de um dever de exercer o seu direito de acordo com às necessidades sociais, dentre as quais se sobressai à de preservação ambiental. O direito de propriedade não mais é concebido como algo que se exerce em proveito exclusivo de seu titular, mas deve reverter para o coletivo, seja ela rural ou urbana.</p><p>Pode-se citar alguns exemplos (rol exemplificativo) de atitudes proativas que seguem os ditames estabelecidos por este instituto jurídico:</p><p>-	não poluir;</p><p>-	não perturbar;</p><p>-	não impor maus tratos aos animais;</p><p>-	averbar a reserva legal;</p><p>-	revegetar área de preservação permanente;</p><p>-	fazer contenção acústica numa casa noturna.</p><p>Em tempos onde o Desenvolvimento Sustentável está tão em voga, é preciso ampliar este direito, para emergir daí a denominação mais contemporânea – a da função socioambiental da propriedade. A manutenção da sadia qualidade de vida, bem como a contribuição para o equilíbrio ecológico são atitudes inerentes à função social da propriedade, e dela não podem se desvincular.</p><p>Por fim, vale ressaltar que ainda é preciso muita evolução normativa no Brasil, principalmente no que diz respeito a punição dos infratores deste direito. Por exemplo, alguém já viu alguma ação contra um proprietário que exauriu os recursos naturais de sua terra?</p><p><strong>Referências</strong></p><p>BARRETO, Lucas Hayne Dantas. <strong>Função social da propriedade</strong>: análise histórica. Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 778, 20 ago. 2005. Disponível em: &lt;<a
href="http://jus.uol.com.br/revista/texto/7164">http://jus.uol.com.br/revista/texto/7164</a>&gt;. Acesso em: 21 mar. 2011.</p><p>MARCHESAN, Ana Maria Moreira; STEIGLEDER, Annelise Monteiro; CAPPELLI, Sílvia. <strong>Direito Ambiental</strong>. 4. ed. Porto Alegre: Verbo Jurídico, 2007.</p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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isPermaLink="false">http://www.rumosustentavel.com.br/?p=4612</guid> <description><![CDATA[Pontos fortes da proposta a) Utiliza a energia primaria, o sol, para ativar a fotossíntese com a utilização da água, do próprio gás carbônico e a luz para produzir a biomassa, o verde, capturando dessa for o carbono; b) Até a presente data, não existe proposta para resolver tão urgente e grave problema de nível [...]
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id="more-4612"></span></p><p>d)	Com a captura do carbono, também serão retirados gases presentes na atmosfera (traços) de gases de enxofre, cloro, nitrogênio, etc. que serão agregados à biomassa;</p><p>e)	A biomassa para esse fim obtida será enterrada no subsolo a uma profundidade mínima de três metros;</p><p>f)	Sob a pressão do próprio subsolo não há desenvolvimento de microorganismos anaeróbios ou aeróbios, não havendo esses microorganismos não haverá geração de gases do carbono (metano &#8211; CH4, monóxido &#8211; CO ou gás carbônico &#8211; CO2), não havendo risco de retorno desses gases à atmosfera;</p><p>g)	Esses depósitos de biomassa não ocuparão espaços úteis, ficarão sempre no subsolo. Será como a regeneração do Período Carbonífero;</p><p>h)	Dar-se-ia sempre preferência a áreas arenosas e desérticas para construção dos depósitos de biomassa, preservando sempre a idéia/princípio: não havendo água, não há vida, não havendo vida, não haverá formação dos gases causadores do efeito estufa;</p><p>i)	A matriz energética poderia ser mantida, uma vez que o carbono estará sendo reciclado;</p><p>j)	Geração de milhões de empregos nos países pobres em propriedades rurais;</p><p>k)	E, principalmente, estaríamos gradativamente nos livrando do Efeito Estufa que tanto preocupa a humanidade.</p><p>01) Introdução</p><p>As fossas abissais oceânicas, os bolsões vazios provenientes da retirada do petróleo, as falhas geológicas, as áreas desérticas, as crateras geradas pela mineração, são depósitos naturais e ideais para o armazenamento do carbono que está “sobrando” na atmosfera e causando o Efeito Estufa. Utilizando-se esses locais, poderíamos reconstruir o Período Carbonífero quando o Planeta teve sua atmosfera mais limpa de toda sua história.</p><p>Durante séculos, acreditávamos serem os oceanos as lixeiras inesgotáveis e naturais do mundo, crença essa, até certo ponto, razoável, pois através das chuvas, os sais, nutrientes naturais do solo, os compostos de carbono e muitos outros resíduos vão acumulando nos mares e oceanos, tornando-os cada vez mais saturados e suas águas cada vez mais salinas.</p><p>Mas a realidade é bem outra, os mares e oceanos são tão ou mais vulneráveis a poluição que a crosta terrestre. Suas águas precisam de luz, transparência e estarem desintoxicadas para gerarem a flora e a fauna, marinhas tão necessárias à vida na terra, nos mares e nos oceanos.</p><p>As águas, mesmo as salgadas, têm grande capacidade de dissolver, incorporar ou absorver em suas massas gases como oxigênio, o gás carbônico e outros. Essa capacidade aumenta com a pressão e as baixas temperaturas. Quanto maior for a pressão e menor a temperatura, maiores serão  as concentrações de dissolução daqueles gases.</p><p>Está acontecendo, em conseqüência do aquecimento global, o derretimento das geleiras localizadas nos oceanos. São geleiras milenares que absorveram em suas massas de gelo, durante milênios grandes massas de gases do efeito estufa e devido a fusão do gelo, esses gases estão sendo devolvidos para atmosfera, multiplicando os problemas ambientais.</p><p>Nas regiões profundas dos mares e oceanos, possivelmente devido a esses fenômenos, as quantidades de carbono “estocadas” chegaram a quantidades imensuráveis, a ponto de despertar o interesse das empresas petrolíferas na exploração destas “jazidas” de carbono. É interessante se notar o fato de que os depósitos, no caso do gás carbônico, não são mais deste tipo de gás, mas sim do metano hidratado, cristalizado, a que os especialistas deram um nome bastante sugestivo, chamando-o de hidratos de carbono. “O gelo que queima.” Esta seria a primeira descrição da “combinação” cristalizada entre moléculas de metano e moléculas de água, encontrada em regiões profundas dos oceanos. Os hidratos de metano já são considerados, pelos pesquisadores, a principal fonte de energia para o século XXI.</p><p>Entretanto, a exploração desta fonte de energia pode provocar o maior desastre ambiental de todos os tempos devido à liberação do gás metano pela rápida desidratação do mesmo. As chamadas regiões abissais oceânica detêm cinqüenta e cinco por cento de todo o carbono presente no Planeta. Diante destas considerações, apontamos a única saída para erradicarmos o problema do efeito estufa.</p><p>02) Causas das Alterações Climáticas</p><p>As principais causas da grande freqüência das chuvas, dos temporais que vêm acontecendo nos últimos anos ou ausência das chuvas e inexplicáveis secas, como a acontecida na Amazônia, têm sua origem, principalmente, na saturação de vapor de água, no excesso de gás carbônico e de energia térmica excessiva dispersa na atmosfera de forma irregular.</p><p>Esses fenômenos vêm se agravando e se intensificando a cada ano que passa pelos motivos que são enumerados abaixo.</p><p>Sempre que um combustível é utilizado, seja para cozinhar, movimentar um veículo ou aquecer uma fornalha ou para qualquer outra finalidade, se desdobra, devido à oxidação (queima) em três componentes que irão afetar a atmosfera e poluir o ar que respiramos.</p><p>São eles:</p><p>- O primeiro deles, o gás carbônico, principal causador do Efeito Estufa que intervém na atmosfera como isolante térmico, dificultando a troca térmica entre os gases da atmosfera, expulsando o oxigênio, ocupando os seus espaços por ser mais denso e prejudicando a respiração. O excesso de gás carbônico leva a asfixia. O percentual de gás carbônico gerado na combustão é de aproximadamente 70% (setenta por cento).</p><p>- O segundo produto da combustão é a água. A combustão também produz água, a chamada água de combustão. Ela se forma porque as estruturas das moléculas dos combustíveis possuem, ligadas ao carbono, átomos de hidrogênio e o hidrogênio oxidado (queimado) se transforma em água. A água gerada pela combustão fica em torno de 30% (trinta por cento) e é lançada na atmosfera sob forma de vapor aquecido.</p><p>- O terceiro resultante da combustão é o calor, energia térmica ou energia calorífica.</p><p>Esta última produz trabalho, transformando-se em energia mecânica, elétrica, etc.</p><p>A energia térmica é necessária para movimentar as máquinas e até o nosso próprio organismo.</p><p>A sobra dessa energia que “escapando” vai para atmosfera aumentando a sensação térmica do ambiente, aquecendo o ar, os mares, o solo além de provocar maior saturação da umidade na atmosfera, devido ao aumento da evaporação da água.</p><p>Além destes três resultantes da combustão ainda aparecem poluentes como os compostos de enxofre, nitrogênio, cloro e metais, em pequenas quantidades, em nível de traços.</p><p>Segundo pesquisas recentes, os habitantes do Planeta, consumiram na década passada 1.000 (mil) barris de petróleo ou 160.000 litros por segundo. Claro que o consumo petróleo aumenta sempre que um veículo novo é emplacado ou novo empreendimento industrial é inaugurado.</p><p>Mas, para efeito de cálculo, vamos nos fixar nesses 1.000 barris de petróleo por segundo que produzirão 300 barris ou 48.000 litros de água por segundo que é lançado no meio ambiente.</p><p>Os excessos de calor, de gás carbônico e de vapor água no meio ambiente, provocam todo o desequilíbrio que culmina com os desastres “cinicamente” chamados naturais, tais como tufões, chuvas intensas, tempestades, enchentes, descargas eletromagnéticas, etc.</p><p>Observa-se freqüentemente, as autoridades meteorológicas apontarem o aquecimento das águas dos mares, oceanos e o El Niño como os vilões desses fenômenos, sem citarem as verdadeiras causas, os estragos causados por nós mesmos que somos os culpados por esses catastróficos aquecimentos.</p><p>A energia não se cria, não se perde, se transforma e se distribui sob controle ou livremente em busca do equilíbrio na própria natureza por estar inibida sua saída para o espaço devido ao efeito estufa, efeito isolante térmico provocado pelo gás carbônico e outros.</p><p>Nos humanos, muitas vezes chamados “imerecidamente” de homo sapiens, nos comportamos, por ganância, como os seres uni celulares que se multiplicam e progridem desordenadamente até destruírem o hospedeiro e a se próprios.</p><p>Se continuarmos assim, muito em breve teremos destruído nosso hospedeiro, o Planeta Terra e a nós mesmos.</p><p>Ainda há saída, precisamos agir agora, amanhã poderá ser tarde!</p><p>03) Propostas para Resolver o Problema</p><p>As propostas que se seguem apresentam a Natureza como geradora e gestora dos recursos necessários para sua depuração, ou seja, com a utilização de seus próprios recursos, energia solar, água, fotossíntese, gás carbônico e a crosta terrestre, como receptáculo, para construção dos depósitos “geológicos” da biomassa &#8211; carbono e água de combustão e, como conseqüência, o fechamento de um círculo, reconstruído do Período Carbonífero.</p><p>3a) Se as regiões abissais oceânicas são os depósitos naturais do carbono, podemos aproveitar esses espaços gigantescos e ainda disponíveis para “aprisionarmos” o gás carbônico, o principal causador do efeito estufa, de forma indireta.</p><p>3b) Usaremos, para esse fim, a energia solar, a fotossíntese, o gás carbônico e a água para cultivarmos gigantescas florestas, biomassa abundante que seria enfardada em containers de concreto armado, de plástico ou qualquer outro material resistente à corrosão e, com o auxilio de grandes embarcações, seriam transportados para aqueles locais e submersos por ação da gravidade.</p><p>3c) Com a biomassa, será capturada também a água de combustão que é liberada para atmosfera no momento da combustão e vem contribuindo para aumentar o nível dos mares e oceanos, além de saturar a atmosfera com excesso de vapor de água, provocando chuvas e tempestades desastrosas a população e ao meio ambiente. No mínimo trinta por cento de todo o combustível utilizado se transforma em água, daí concluirmos que o aumento do nível dos mares não é apenas provocado pelo derretimento das geleiras, mas sim, e principalmente, pelo excesso da água de combustão.</p><p>3d) Serão de certa forma, verdadeiros depósitos geológicos, fossas geológicas que se vierem a sofrer abalos sísmicos ou acomodação de camadas, iriam soterrar esses containers, tornando-os ainda mais seguros com relação ao meio ambiente.</p><p>3e) A grande vantagem de se utilizar biomassa para capturar o gás carbônico é o fato de que só será capturado o carbono, deixando-se livre o oxigênio na atmosfera.</p><p>3f) Em grandes profundidades abissais não há desenvolvimento de vida, semelhante a da superfície terrestre, capaz de gerar reações aeróbias ou anaeróbias, não havendo degradação desta biomassa, não haverá geração de gases e a atmosfera estaria livre da massa de gases, correspondente aquela biomassa submersa.</p><p>3g) Usando-se o mesmo raciocínio, a mesma lógica, a biomassa poderia ser armazenada, aproveitando-se os espaços disponíveis deixados pela exploração do petróleo. A retirada do petróleo deixa grandes vazios que são preenchidos com água. Por que não ocupar esses espaços com biomassa?</p><p>3h) A mineração cria gigantescas crateras que, muitas vezes, são simplesmente abandonadas sem passarem por qualquer processo de remediação. Estas crateras poderão ser aproveitadas como depósitos de biomassa.</p><p>3i) As falhas geológicas, gigantescos espaços, muitas vezes continentais, também poderiam ser utilizadas como depósitos de biomassa.</p><p>3j) De forma idêntica, poderiam ser armazenadas grandes quantidades de biomassa nas regiões desérticas, sob suas areias escaldantes, locais desprovidos de água. Onde não há água não há vida, onde não há vida não há decomposição de matéria orgânica, não havendo decomposição de matéria orgânica não há formação de gases do efeito estufa.</p><p>4) Explicações Técnicas para as Propostas Apresentadas</p><p>Do ponto de vista químico, a biomassa é heterogênea constituindo-se principalmente de três polímeros: celulose 50%, hemicelulose 20% e lignina 30%, numa proporção aproximada. Os demais componentes presentes na biomassa estão em pequenas quantidades, são compostos de baixo peso molecular, são denominados extrativos e encontrados principalmente na casca dos vegetais e constituem os terpenos, óleos, graxas e corantes.</p><p>Para cada 12 (doze) toneladas de carbono capturadas, via biomassa, serão liberadas 32 (trinta e duas) toneladas de oxigênio para atmosfera, e, muito importante, 44 (quarenta e quatro) toneladas de gás carbônico, principal gás causador do efeito estufa, deixarão de existir na atmosfera que respiramos. Assim, apenas com a captura de 12 (doze) toneladas de carbono (biomassa), seriam movimentadas 76 (setenta e seis) toneladas de gases: 32 (trinta e duas) toneladas de oxigênio seriam liberadas, 44 (quarenta e quatro) toneladas de gás carbônico deixariam de existir.</p><p>Equações explicativas e os dados para os cálculos:</p><p>Equação:</p><p>CO2 = C + O2</p><p>Pesos atômicos:</p><p>C = 12; O =16.</p><p>Pesos moleculares:</p><p>CO2: 12 + 2 X 16 = 44</p><p>Para efeito de cálculo e entendimento, vamos atribuir aos números a unidade de peso tonelada.</p><p>Se forem seqüestradas 12 toneladas de carbono de 44 toneladas de CO2, serão liberadas 32 toneladas de O2 para atmosfera.</p><p>Dentro desse raciocínio, além das 32 toneladas de O2 liberadas para atmosfera, a atmosfera ficará livre de 44 toneladas de CO2.</p><p>Seqüestrando-se 12 toneladas de carbono, estaremos movimentando 76 toneladas de gases atmosféricos:</p><p>Resumindo: 32 toneladas de oxigênio serão devolvidas, enriquecendo a atmosfera e 44 toneladas de gás carbônico, principal causador do efeito estufa, deixará de existir.</p><p>5) A Realidade dos Fatos</p><p>A biomassa é constituída principalmente por celulose e a celulose não possui na sua estrutura química unicamente carbono, mas átomos de oxigênio e hidrogênio, “matéria prima” básica para geração da água de combustão.</p><p>Consideramos este detalhe muito importante, pois o excesso de água gerada no momento da combustão também é retirada do meio ambiente, junto com a biomassa.</p><p>Só para se ter uma idéia, na década de 90, o mundo consumia em média 1.000 (mil) barris de petróleo por segundo. Isso significa que 667 barris de água foram agregados à atmosfera por segundo.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://cdn.rumosustentavel.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Untitled1.jpg"><img
class="size-medium wp-image-4613 aligncenter" title="Untitled1" src="http://cdn.rumosustentavel.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Untitled1-300x182.jpg" alt="" width="297" height="181" /></a></p><p>O nível dos mares e oceanos não está subindo unicamente devido derretimento das geleiras, mas também, e principalmente, devido a geração da água de combustão quando o combustível fóssil é utilizado.</p><p>Para ilustração, vamos analisar apenas a participação da celulose na composição da biomassa, pois para efeito de cálculo, a hemicelulose e a lignina são muito semelhantes à celulose.</p><p>n(C6 H10 O5) + nO2 = n(CO2) + n(H2O): Equação Geral da Celulose</p><p>n: representa o número de vezes que a estrutura molecular se repete ao longo da composição da massa da celulose no vegetal.</p><p>Quantidade de Oxigênios na Molécula de Celulose:     06 unidades</p><p>Quantidade de Hidrogênios na Molécula de Celulose: 10 unidades</p><p>Quantidade de Oxigênios na Molécula de celulose:     05 unidades</p><p>n(C6 H10 O5) + nO2 = n(CO2) + n(H2O)</p><p>Equação equilibrada da incineração de uma molécula de celulose resultará em 06 moléculas de CO2 e 05 de água:</p><p>1C6 H10 O5 + 602 = 6C02 + 5H20</p><p>Cálculo percentual da água gerada na combustão da celulose:</p><p>Pesos moleculares:</p><p>Peso molecular da celulose: 162g</p><p>Peso molecular do O2:            32g</p><p>Peso molecular do CO2:         44g</p><p>Peso molecular da H2O:         18g</p><p>Se 162g de celulose produzem 90g água, 100g produzirão 55,56g ou 55,56%.</p><p>Os 55,56% representam a água de combustão presente numa molécula de celulose.</p><p>Quando capturamos 12 (doze) toneladas de biomassa, estaremos capturando, também 6,67 toneladas de água existente em excesso na atmosfera.</p><p>Em 12 (doze) toneladas de biomassa ficarão retidas 6,67 toneladas de água de combustão.</p><p>Cada 12 (doze) toneladas de biomassa capturadas representarão, na realidade a retirada de 5,33 toneladas de carbono puro e de 6,67 de água de combustão da atmosfera.</p><p>Diante desse fato, vamos refazer os cálculos do item (a):</p><p>Com 12 toneladas de biomassa capturamos 5,33 toneladas de “carbono” e 6,67 toneladas de água de combustão.</p><p>06) Muito importante</p><p>Com a captura de 5,33 toneladas de “carbono” serão devolvidas para atmosfera 32 toneladas de oxigênio e retiradas 44 toneladas de gás carbônico, havendo, em conseqüência, a normalização de 76 toneladas de gases atmosféricos.</p><p>Estaremos manipulando matéria sólida &#8211; carbono “sólido” e não gases.</p><p>Suponhamos, se fosse possível, a captura direta do gás carbônico para estocá-lo sob pressão, a grandes profundidades:</p><p>Levaríamos, em 44 toneladas de CO2, 12 de biomassa (5,33 toneladas de carbono e 6,67 toneladas de água de combustão) e subtrairíamos 32 toneladas de oxigênio que se perderia para sempre, podendo acelerar ainda mais o déficit deste gás, gás vital, necessário a respiração animal.</p><p>Estaríamos convivendo com uma bomba relógio, gases comprimido, sob alta pressão, sempre vazando ou correndo risco de escapar do subsolo ou de qualquer outro sistema de estocagem.</p><p>07) Conclusão</p><p>Se a cada &#8220;colheita&#8221; da biomassa se plantasse outra, gradualmente, o gás carbônico estaria sendo capturado e, indiretamente, depositado nestes depósitos geológicos sob a forma de carbono (biomassa) com uma conseqüente limpeza gradativa da atmosfera.</p><p>Se a captura direta do gás carbônico se torna inviável devido as sua condição de gás, capaz de ocupar grandes volumes, desenvolver grandes pressões, além de outros riscos óbvios que não enumeraremos. Devemos aprisionar o carbono, &#8220;matéria prima&#8221; geradora do gás carbônico, cujo excesso na atmosfera se tornou &#8220;um inimigo implacável&#8221;, o principal gerador do Efeito Estufa que mais cedo ou mais tarde irá eliminar a vida animal da face da terra por asfixia se não for contido.</p><p>Os combustíveis fósseis poderiam continuar sendo explorados e utilizados porque estaria havendo uma reciclagem, uma correta destinação do efluente gasoso gerado na exploração deste tipo de energia, por via indireta, sendo devolvido ao seu local de origem, às profundezas da crosta terrestre.</p><p>A mãe natureza, via-carbono, forneceu tanta riqueza ao homem durante o século passado. Por que não devolver-lhe, durante este século, parte dessa riqueza, retornando parte desse carbono ao seu local de origem, de onde nunca deveria ter sido retirado, às profundezas da crosta terrestre, recompondo assim o Período Carbonífero?</p><p>Dessa forma se fecharia um círculo, origem, exploração utilização dos combustíveis fósseis e destinação adequada do efluente produzido pela industrialização do petróleo.</p><p>Dando um destino adequado ao lixo ou efluente industrial, ou mais precisamente ao carbono, matéria prima do gás carbônico, o meio ambiente agradeceria, o mundo continuaria respirando, voltava-se ao equilíbrio ambiental e os petrodólares poderiam continuar movimentando a economia mundial sem representar um risco iminente à vida.</p><p>08) Reações da Atmosfera ao Excesso de Gás Carbônico</p><p>O gás carbônico é o principal subproduto da queima dos combustíveis fosseis para obtenção de energia.</p><p>Não há como obter energia, a partir da matéria orgânica, sem gerar gás carbônico e água, água de combustão.</p><p>O gás carbônico é mais denso que a mistura gasosa que compõe a atmosfera, por isso, a tendência do referido gás é permanecer nas camadas mais baixas da atmosfera. A mistura do gás carbônico com os gases atmosféricos só acontece devido à variação da pressão, ventilação, movimentação dos mares e oceanos, movimentação da terra, ventos, chuvas e calor solar. Se não houvesse a “intervenção” destes agentes naturais, a vida animal já estaria extinta por asfixia.</p><p>O gás carbônico é isolante térmico, não é tóxico, é inerte, mas por ser mais denso que o ar, expulsa o oxigênio dos ambientes mais baixos, ocupando seus espaços, podendo provocar ser asfixiante.</p><p>Os grandes centros produzem gigantescos volumes aquecidos de gás carbônico, que pelos motivos expostos, ficam estacionados no local de sua geração, formando bolsões térmicos úmidos sobre o local de origem com pouca ou nenhuma, dissipação ou movimentação.</p><p>Imaginemos o estrago que um bolsão térmico, contendo baixas temperaturas, faz quando rompe um grande volume da massa de gás carbônico, aquecida e úmida. Pode-se fazer uma experiência bastante simples, enchendo duas bexigas de borracha, dessas usadas em festas infantis. Coloque uma na geladeira e outra deixe a temperatura ambiente ou, melhor ainda, sob o sol quente. Após meia hora, pressione uma contra a outra, fazendo com que se rompam simultaneamente. Observaremos a formação de gotículas de água se precipitam imediatamente.</p><p>Fenômeno parecido acontece freqüentemente ao nosso redor. Por exemplo, a cidade de São Paulo, após um dia inteiro, recebendo a descarga de gás carbônico e vapores aquecidos durante todo dia. A atmosfera local está aquecida e saturada de gases, principalmente de gás carbônico. Não nos esqueçamos que São Paulo fica localizada num planalto bem acima do nível do mar, e a massa fria que vem do sul, à medida que caminha, vai-se aquecendo e as moléculas aquecidas tendem a procurar os pontos mais altos.</p><p>Quando as duas massas de gases se encontram, a quente que está estacionária e a fria que está chegando, invadindo a massa mais quente, acontece uma rápida precipitação atmosférica, as águas se precipitam de uma só vez, provocando enchentes catastróficas. Quanto mais gás carbônico na atmosfera, pior será a situação.</p><p>O gás carbônico dificulta a mobilidade dos gases por ser mais denso, formando barreiras, impedindo a mistura e homogeneização dos gases e vapores e a conseqüente irregular distribuição da umidade, concentrando-a em determinados locais e áreas diferentes, daí as chuvas mal distribuídas, muitas vezes no centro de São Paulo chove torrencialmente e num subúrbio, a alguns quilômetros de distancia, o sol brilha.</p><p>Esse fenômeno pode ser local ou global, é o efeito estufa. O efeito estufa está acabando com a vida no planeta, alterando o habitat e as condições de vida na terra. O calor não se dissipa, não há um equilíbrio térmico, resultando na sensação de frio ou calor excessivo.</p><p>O calor recebido do sol e o calor retido nos bolsões térmicos são somatórios, cumulativos e não há uma troca térmica com a irradiação natural para o espaço, devido ao bloqueio formado pelo excesso de gás carbônico, havendo uma tendência a um aumento contínuo do calor, facilmente explicável, pois a cada segundo, o mundo queima mil barris de petróleo, mais ou menos 160.000 litros.</p><p>Soluções existem para se resolver o problema do efeito estufa, (excesso de gás carbônico na atmosfera), inclusive, criando condições de continuar com a utilização da matriz energética atual, basta para tanto, vontade política e disposição de se gastar um pouquinho dos lucros auferidos pela indústria petroquímica para reciclar o gás carbônico, ou melhor, devolve-lo as suas origens.</p><p>09) Diferença entre Água de Combustão e Umidade</p><p>A água de Combustão aparece no momento da oxidação enérgica, queima ou incineração. Não há queima de matéria orgânica, seja álcool. Gasolina, diesel, ou qualquer outro material, que não gere além da energia, gás carbônico e água (água de combustão). Só o diamante e o grafite entram em combustão sem gerar água.</p><p>A água de combustão é um subproduto da combustão gerado pela queima do hidrogênio elementar, componente da molécula do composto orgânico, ao se oxidar com o oxigênio do ar em presença de energia térmica. Essa oxidação também pode acontecer com o próprio oxigênio elementar presente na molécula do composto orgânico numa combustão natural.</p><p>A umidade é resultante da água de encharque ou água do meio ambiente. Esse tipo de água tem sua molécula pronta e acabada e quando aquecida simplesmente evapora.</p><p>10) Preparando os Depósitos de Biomassa:</p><p>Algumas características se tornam necessárias para construção de depósitos de biomassa seguros e capazes de se perenizar, além de criar, nestes locais, condições de estratificação dos resíduos orgânicos ali depositados. Deve-se procurar imitar, sempre que possível, a Natureza.</p><p>a)	A profundidade mínima para esses depósitos deve ser de três metros, acima da biomassa a ser estocada.</p><p>b)	Devem ser construídos em locais absolutamente secos, desidratados e, se possível, deve ser impermeabilizado com laminas ou lençóis de polietileno.</p><p>c)	Misturado a biomassa, deve-se adicionar calcário, cal ou cloretos para manter o pH acima de sete.</p><p>d)	Após a carga ou enchimento do depósito, este deve ser coberto, impermeabilizado com lâminas ou lençóis de polietilenos.</p><p>e)	Os três metros vazios, localizados acima da biomassa depositada, devem ser preenchidos com o material produzido no momento escavação ou preparação do depósito.</p><p>f)	As propostas ou cuidados recomendados nos itens, (b), (c), (d), podem ser substituídos pela previa pirólise da biomassa que pode ser superficial, apenas uma pré queima superficial ou total.             A pirólise ou queima em ausência de oxigênio grafitisa a biomassa tornando-a imune ao ataque dos microorganismos, principalmente das bactérias. Na pirólise há a expulsão do hidrogênio e do oxigênio estrutural das moléculas da celulose, semi-celulose e da lignina, mas a água de combustão retornará, dessa forma, à atmosfera. Portanto, a decisão será apenas em função do custo benefício e se houver apenas o interesse na capturar apenas o carbono.</p><p>Estes cuidados devem ser tomados para garantir a ausência de água pelos primeiros cinqüenta a cem anos. Após esse período, a tendência da matéria orgânica ali depositada, será de estratificação ou mesmo grafitização.</p><p>11) Onde Buscar Recursos para Desenvolvimento do Projeto</p><p>Como logo se percebe, trata-se de um projeto a ser desenvolvido em escala mundial, pois o problema do Efeito Estufa é global, trazendo preocupa tanto para os governos como a população mundial, se não for resolvido, o mundo estará fadado a uma catástrofe irreversível com a eliminação da vida animal do Planeta.</p><p>Por inspiração da Agenda 21, foi criado o sistema de Créditos de Carbono para buscar compensações às emissões de gases que provocam o Efeito Estufa, um programa que desperta nos países a vontade política de rever os seus processos industriais e, consequentemente, diminuir a poluição na atmosfera e seus impactos no aquecimento global.</p><p>Em função dessa idéia, foi criado um certificado que é emitido pelas agências de proteção ambiental reguladoras, atestando que houve redução de emissão de gases do efeito estufa. A quantidade de créditos de carbono recebida varia de acordo com a quantidade de emissão de carbono reduzida.</p><p>Foi convencionado que uma tonelada de dióxido de carbono equivale a um crédito de carbono. Outros gases que contribuem para o Efeito Estufa também podem ser convertidos em Créditos de Carbono, utilizando o conceito de Carbono Equivalente.</p><p>Ora, este projeto aperfeiçoa o conceito de credito carbono, ou melhor, criaremos uma genuina e perfeita fonte de credito carbono quando apresentamos condições de erradicar o excesso de carbono da Natureza e a sociedade terá interesse em financiar tão radical atitude. Não estamos propondo a redução de emissões de gases do Efeito Estufa mas a erradicação do mesmo que dependerá da grandiosidade do projeto e da rapidez operacional que irá determinar a maior ou menor velocidade da limpeza do ar que respiramos.</p><p>12) Geração de Empregos</p><p>Milhões de empregos, diretos e indiretos, serão gerados no campo, promovendo um alívio, uma redução na densidade demográfica das cidades. Haverá uma migração do homem para campo.</p><p>Este projeto é portanto autosustentavel! Irá gerar emprego e renda para o homem do campo.</p><p>13) Referências</p><p>a) Oliva, L. C. H. V. (1997). Tratamento de esgotos sanitários com reator anaeróbio de manta de lodo (UASB). Protótipo: desempenho e respostas dinâmicas às sobrecargas hidráulicas, São Carlos, Tese de Doutorado em Hidráulica e Saneamento, Escola de Engenharia de São Carlos, USP.</p><p>b) Van Haandel, A. C., Lettinga, G. (1994). Tratamento Anaeróbio de Esgotos: Um Manual para Regiões de Clima Quente, Campina Grande.</p><p>c) Pinho, J. H. (1993). Desempenho Operacional da ETE de Cabanga, Recife, PE, Dissertação de Mestrado, Universidade Federal da Paraíba, Campina Grande &#8211; PB.</p><p>d) The Chemistry of Time: Carbon-14 &#8211; A general overview of the dating of objects through measurements of the radioactive decay of the carbon isotope of mass number 14 is presented, summarizing the principles and fundamentals of the technique, as well as its importance for society, as a very useful technique in historical research.</p><p>e) GARRET, R.H and GRISHAM, C.M. Biochemistry. Nova Iorque: Saunders College Publishing, 1995.</p><p>f) Robert T. Morrison and Robert N. Boyd. Organic Chemistry, New York University, 2008.</p><p>g) GARRET, R.H e GRISHAM, C.M. Biochemistry. New York: Saunders College Publishing, 1995.</p><p>h) Kudryavtsev N.A., 1959. Prova geological da origem profunda do petróleo. Trudy Vsesoyuz. Neftyan. Nauch. Issledovatel Geologoraz Vedoch.</p><p>i) Methane-derived hydrocarbons produced under upper-mantle conditions. Anton Kolesnikov, Vladimir G. Kutcherov, Alexander F. Goncharov. Nature Geoscience, 26 July 2009. Vol.: Published online.</p><p><strong>Antonio Germano Gomes Pinto</strong></p><p><strong>Engenheiro Químico, Químico Industrial, Bacharel em Química com Atribuições Tecnológicas, Licenciado em Química, Especialista em Recursos Naturais com ênfase em Geologia, Geoquímico, Especialista em Gestão e Tecnologia Ambiental, Perito Ambiental, Auditor Ambiental e autor de duas patentes registradas no INPI, no Merco Sul, na UE, na World Intellectual Property Organization e em grande número de países.</strong></p><p><strong>Registros Profissionais:</strong></p><p><strong>Engenheiro Químico – CONFEA 200136654-0 e CREA/RJ 1998103814</strong></p><p><strong>Químico Industrial: CRQ 3ª Re. 03302170.</strong></p><p><strong>Professor: MEC 19.563.</strong></p><p><strong>World Intellectual Property Organization numbers WO2000/027503 and WO 1996/015081</strong></p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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id="more-4605"></span></p><p>Destarte, este ponto de vista não reconhece que outras formas de vida são dependentes no ambiente, bem como as intervenções humanas às vezes têm consequências negativas para eles. Todavia, é primordial notar que com a estabilização do crescimento populacional e a premente necessidade de satisfazer a dignidade da pessoa humana, a noção de otimização torna-se muito atraente para inúmeras pessoas.</p><p>O desenvolvimento sustentável tem como seu ápice desafiador a determinação em termos monetários de uma forma confiável de valorizar aspectos não mensuráveis de imediato. Contudo, uma questão mais básica é que quando almejamos usar o ambiente e os recursos em sua amplitude máxima, haverá, como consequência, pouca ou nenhuma capacidade de poupança, o que seria muito útil caso houvesse uma decisão de mudança de direção.</p><p>Portanto, se não há habilidade para poupar, qualquer mudança terá que vir da redistribuição do uso atual, o que pode deixar algumas pessoas mais preocupadas do que estavam antes das mudanças. A capacidade de poupança fornece a flexibilidade para se considerar alguns desvios no trajeto (mudanças) que trarão ganhos para alguns sem retirar de outros. Porém, novamente, é difícil defender a proteção da capacidade de poupança quando as necessidades humanas básicas de muitas pessoas não estão sendo satisfeitas.</p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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isPermaLink="false">http://www.rumosustentavel.com.br/?p=4603</guid> <description><![CDATA[O Desenvolvimento Sustentável busca suprir as demandas do presente, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de responder às suas necessidades. É aquele que procura no presente preencher as lacunas econômicas, sociais, ambientais, políticas (no que tange a transparência e participação), além dos direitos humanos – inclusive o direito a um meio ambiente limpo e [...]
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id="more-4603"></span></p><p>A cada dia que passa a humanidade tem demonstrado criatividade por meio das inovações tecnológicas, as quais podem gerar, por inúmeras vezes, um incremento da produção de alimentos nas fazendas, ou por exemplo, mais peixes para serem apanhados no oceano. É justamente por isto que um paradoxo existe – pois os seres humanos estão entre os seres mais adaptáveis do planeta.</p><p>Mais uma vez, inevitavelmente, conflitos e tensão caminham juntos no que diz respeito a melhor maneira para institucionalizar a mudança, assim como, mais do que nunca, os tipos de inovações citados no parágrafo anterior contribuem também para pressionar o ambiente e os recursos.</p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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isPermaLink="false">http://www.rumosustentavel.com.br/?p=4597</guid> <description><![CDATA[O Desenvolvimento Sustentável busca suprir as demandas do presente, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de responder às suas necessidades. É aquele que procura no presente preencher as lacunas econômicas, sociais, ambientais, políticas (no que tange a transparência e participação), além dos direitos humanos – inclusive o direito a um meio ambiente limpo e [...]
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id="more-4597"></span></p><p>A um intenso debate em torno da necessidade ou não do empoderamento, mas muitos apontam que a melhoria da capacidade de obter vantangens sobre o conhecimento e entendimento local é resultado direto desta passagem de responsabilidade para os governos locais. Todavia, é preciso cautela, pois muitos problemas ambientais são fruto de decisões desconexas tomadas por uma variedade de pessoas em diferentes lugares.</p><p>Se não há capacidade de enxergar holisticamente ou ver além de seus limites geográficos, e não há capacidade de definição de uma gama de objetivos ou metas para alcançar algo, assim como reduzir a poluição atmosférica, por exemplo, é pouco provável que os governos locais estarão aptos, unilateralmente, a empreender uma contribuição significativa.</p><p>Desta forma, assim como é necessário assegurar mais participação e regras locais na gestão de recursos e do ambiente, é necessária também a criação de um propósito comum ou um interesse que as pessoas possam se unir para alcançar, mesmo se as decisões estejam sendo implementadas a nível local. Seria muito simplista imaginar que se tudo for delegado ao nível local, todos os impasses ambientais seriam resolvidos.</p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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isPermaLink="false">http://www.rumosustentavel.com.br/?p=4583</guid> <description><![CDATA[O Desenvolvimento Sustentável busca suprir as demandas do presente, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de responder às suas necessidades. É aquele que procura no presente preencher as lacunas econômicas, sociais, ambientais, políticas (no que tange a transparência e participação), além dos direitos humanos – inclusive o direito a um meio ambiente limpo e [...]
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id="more-4583"></span></p><p>Um argumento forte apontado por muitos pesquisadores da área é que um futuro sustentável só é viável com o uso do transporte público ou de massa,  além de uma mudança de valores da propriedade privada de terras para uma compartilhada, e, sobretudo, na aceitação de diferentes tipos e tamanhos de moradias.</p><p>Infelizmente vivenciamos um quadro de deterioração de alguns dos valores básicos ambientais. A maioria destes problemas está diretamente ligada a impasses coletivos, que por sua vez são o reflexo de decisões individuais. Alguns desejos individuais precisam ser restritos ou contidos em sua totalidade se quisermos alcançar o desenvolvimento sustentável.</p><p>Fatalmente, todo este movimento rumo a um futuro sustentável irá gerar tensão dentro e entre nações, pois são justamente as pessoas mais influentes e poderosas da sociedade que terão que abrir mão de muitos de seus privilégios e direitos alcançados mediante muito esforço. Certamente estes cidadãos não abrirão mão de certas “regalias” com muito entusiasmo.</p><p>Também há que se mencionar o fato de que normalmente os Estados tendem a ser muito protetores com relação à sua sobrevivência e seus direitos. Isto aliado ao fato de que indivíduos influentes terão que abrir mão de certas benesses resultará num quadro de tensão, fruto da constante tentativa de alcançar um equilíbrio apropriado entre os interesses individuais e os coletivos.</p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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id="more-4574"></span></p><p>A ideia de crescimento constante e infinito justamente pode ser comparada a uma célula cancerígena no ser humano, que, se não tratada em tempo hábil, pode tornar-se fatal. Este crescimento infinito nos faz refletir sobre os limites ecológicos que não podemos ultrapassar, pois, caso contrário, adentraremos num processo irreversível de degradação e escassez.</p><p>Desta forma, o paradoxo se encontra no fato de que os limites geralmente não são fixos ou absolutos. Estes dependem de expectativas e objetivos, podendo ser variáveis. Com isto, dependendo da capacidade tecnológica e dos valores sociais, tais limites podem ser restringidos ou expandidos.</p><p>O crescimento é crucial se quisermos satisfazer as necessidades humanas, porém existem limites e obstáculos que devem ser mensurados, pois o “x” da questão está em determinar que tipo de crescimento é necessário para atender as necessidades humanas.</p><p>Algumas perguntas que podem ser feitas são:</p><p>Como sustentar este crescimento e como assegurar que ele não degrade o meio ambiente, que é fonte de parte deste crescimento?</p><p>Como vamos ter uma correta mensuração do nível adequado de crescimento?</p><p>Como articularemos os setores para mantermos uma correta relação entre os limites impostos pelo meio ambiente e nossa necessidade de crescimento?</p><p>Estas são apenas algumas das inúmeras indagações que devemos fazer quando visualizamos um futuro sustentável. Hodiernamente a situação se mostra crítica, mas ainda é reversível. Temos que nos unir e cuidar da Terra, se não nos tornaremos escravos de nossa própria ignorância. Temos que zelar pelos nossos filhos, netos e demais parentes que ainda usufruirão do nosso planeta. Por isso é tão importante se autoquestionar constantemente e analisar nossas atitudes, pois o futuro, se sustentável ou não, só depende de nós.</p><p>Artigos relacionados:<ol><li><a
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