Instituto Íris e Monsanto em prol das crianças e adolescentes: Projeto Viagem à Literatura Infanto-Juvenil estimula estudantes

Aproximar a prática literária da realidade das crianças e dos adolescentes, formando não só leitores como também cidadãos conscientes e críticos. Essa é a missão do projeto Viagem à Literatura Infanto-Juvenil, idealizado pelo Instituto de Responsabilidade e Investimento Social (Iris), que marca a parceria da instituição com a Monsanto.

A iniciativa combate o modelo de ensino que prega a literatura de forma limitada como mero meio de decodificação das palavras e pretende estimular o prazer pela leitura. São objetivos da ação, incentivar a leitura em sala de aula, diminuir o analfabetismo funcional – em que a decodificação de um texto não vem acompanhada pela compreensão do que se lê – e colaborar para que os alunos possam desfrutar no ambiente escolar de atividades lúdicas, criativas, reflexivas e dinâmicas a partir da literatura.

O eixo principal da iniciativa é a qualificação, no período de um ano, de 60 professores de ensino básico de escolas públicas de Camaçari, região metropolitana de Salvador. As atividades terão início no dia 08 de maio, quando educadoras e pedagogas do Instituto Iris irão ministrar palestras, oficinas e workshops aos professores participantes.

Nesta data, também estarão presentes representantes da Monsanto para apresentar formalmente o Projeto. Faz parte da iniciativa a construção de bibliotecas com doações de livros às instituições contempladas, a observação nas escolas da metodologia usada pelos professores, a distribuição de material didático aos participantes e a monitoria dos alunos atendidos.

Os objetivos específicos são: formar professores leitores multiplicadores; melhorar o desempenho deles em sala de aula; elevar o rendimento dos alunos; diminuir a repetência e a evasão escolar; ampliar o repertório leitor do aluno e do professor, promover a interação entre as atividades do Projeto e os pais dos alunos e incrementar a participação de parceiros locais e nacionais com a finalidade de dar sustentabilidade e disseminação ao Projeto.

Para Christiane Cralcev Bracco, coordenadora de Comunicação e Responsabilidade Social da Monsanto, “trata-se de uma iniciativa que, por meio da formação de leitores e do patrocínio à valorização cultural, preserva a memória e a história, além de contribuir para o fortalecimento do pluralismo da nossa cultura”.

De acordo com a arte-educadora Cláudia Vega Gonçalves, coordenadora do Projeto Viagem à Literatura Infanto-Juvenil e também capacitadora das oficinas, duas temáticas nortearão a iniciativa, são elas: “O gosto pela leitura” e “A desescolarização da leitura”. “É importante compreender a literatura enquanto arte e incentivar novas práticas e estratégias junto aos professores, que necessitam ser fisgados pelo prazer da leitura para então estimular os alunos a enxergar o livro como objeto de desejo”, afirma.

Com o entendimento de que a Arte é um grande aliado da Educação, podendo servir de base para trabalhar valores éticos e para desenvolver as capacidades criadoras, os envolvidos com a iniciativa têm como foco a capacitação de professores num ciclo que tem como maior beneficiado o aluno. É a Arte-Educação que entra em cena para fazer com que crianças e adolescentes tenham a oportunidade de compreender a realidade e os diferentes contextos em que podem se submeter e o modo como se inserem no mundo. Criar jovens e adultos protagonistas, donos de voz própria, conscientes e críticos é a proposta que encabeça a ação.

A Monsanto está presente no Brasil há quase 60 anos. Pioneira no desenvolvimento de produtos com tecnologia de ponta na área agrícola – herbicidas, sementes convencionais e geneticamente modificadas –, busca soluções que proporcionem aos agricultores produzir mais com menos recursos. Para isso, investe anualmente US$ 800 milhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, e pretende dobrar o rendimento de sementes de milho, soja e algodão até 2030, desenvolver sementes que reduzam em 1/3 a quantidade de recursos por unidade produzida, e compartilhar expertise com produtores para ampliar o seu acesso a modernas tecnologias agrícolas, especialmente em países pobres e em desenvolvimento.

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