Itaú Unibanco implanta governança de sustentabilidade: Relatório de Sustentabilidade unificado é um dos produtos do projeto

Menos de dois meses depois da aprovação da fusão pelo Banco Central, o Itaú Unibanco dá mais um passo importante no processo de integração e acaba de concluir a estrutura da nova Governança de Sustentabilidade, formada com base nas experiências e compromissos das instituições que lhe deram origem. A convergência entre a visão sobre o papel econômico e socioambiental dos bancos possibilitou a rápida consolidação da Política de Sustentabilidade do Itaú Unibanco, que estabelece as diretrizes de atuação em todos os seus negócios e relacionamentos e contempla a adoção de uma governança específica para o tema. Materializando esse contexto, a nova organização também já apresenta o seu Relatório Anual de Sustentabilidade unificado.

“A associação entre Itaú e Unibanco aumenta nosso compromisso e responsabilidade em liderar o setor financeiro na promoção do desenvolvimento sustentável, por meio de seus serviços, processos, produtos e relacionamentos. Nesse sentido, a definição de uma política unificada e a consolidação da Governança de Sustentabilidade contribuem para dar direcionamento seguro e constante a nossas ações”, afirma Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco.

Logo após o anúncio da fusão, em novembro de 2008, a Política de Sustentabilidade Itaú Unibanco começou a ser desenhada e em abril de 2009 foi validada pelo Comitê Executivo do banco. Considerado elemento fundamental para o crescimento sustentável do banco, esse documento orientará as Políticas Corporativas e Setoriais, atuais e futuras. “Itaú e Unibanco possuíam estratégias e visões de sustentabilidade similares. A Política da nova instituição reafirma este posicionamento e dá a direção para as iniciativas nas diferentes áreas nas quais atuamos”, explica Antonio Matias, vice-presidente sênior do Itaú Unibanco e da Fundação Itaú Social.

Mais do que uma política interna, o documento ratifica o comprometimento com o desenvolvimento sustentável do País. “O desafio que assumimos, ao lançarmos a Política de Sustentabilidade unificada, vai além das nossas operações. Ao considerarmos o impacto da nossa atuação, queremos ter um papel transformador diante dos novos padrões de negócios, alavancando o desenvolvimento social, ambiental e econômico, de forma equilibrada, responsável e sustentável”, afirma Matias.

As Diretrizes da Política de Sustentabilidade abrangem os seguintes tópicos: Condutas de atuação relacionadas à gestão da organização; Desenvolvimento de produtos e serviços; Relacionamento com o público interno; Relacionamento com fornecedores; Relacionamento com clientes; Relacionamento com a sociedade; e Meio ambiente.

Para fortalecer a manutenção deste direcionamento no processo decisório do Itaú Unibanco, foi estabelecida a Governança de Sustentabilidade, estruturada em grupos que contemplam todos os níveis da instituição, inclusive o Conselho de Administração. “Essa foi a forma encontrada para garantir que o foco em sustentabilidade esteja tanto em quem está na condução direta dos negócios, com a visão diária das oportunidades, riscos e necessidades dos públicos de relacionamento, quanto em quem define as macroestratégias. Assim, toda a organização fica alinhada às diretrizes que permeiam de forma transversal sua estratégia e gestão de curto, médio e longo prazos ”, explica Matias. A Governança de Sustentabilidade conta com o envolvimento de cerca de 70 lideranças, distribuídas em quatro instâncias: Comitê de Acompanhamento da Sustentabilidade – composto por integrantes do Conselho de Administração; Comissão Executiva de Sustentabilidade – composta pelos integrantes do Comitê Executivo; Comitê de Sustentabilidade – formado por diretores de diferentes áreas do banco; e Comissão de Sustentabilidade – reúne superintendentes e gerentes.

Além dessas instâncias, a governança conta também com Grupos de Trabalhos específicos e com a rede de Líderes de Sustentabilidade.

Identificar a essência de uma instituição é uma tarefa sempre desafiadora. A Essência de Sustentabilidade do Itaú Unibanco reúne os oito temas e desafios identificados como prioritários para a atividade da organização, com base em contribuições de stakeholders e avaliações internas. Essa Essência integra o Relatório Anual de Sustentabilidade 2008 e é um dos destaques dessa publicação produzida em tempo recorde com a maioria das informações e indicadores GRI dos dois bancos já unificados.

“A Essência de Sustentabilidade coroa o esforço de incluir em nosso relatório os públicos de relacionamento e os princípios fundamentais para a qualidade de um relatório de sustentabilidade”, afirma Sonia Favaretto, superintendente de Sustentabilidade do Itaú Unibanco. São eles: transparência e governança, satisfação dos clientes, critérios socioambientais, diversidade, mudanças climáticas, educação financeira, microfinanças e engajamento de stakeholders. “Para cada tema, buscamos a visão de um especialista sobre a relevância do assunto para o setor financeiro. Paralelamente, apresentamos o que o Itaú Unibanco está fazendo a respeito. Agradecemos muito a participação de Ricardo Young, Rodrigo Terra, Clarissa Lins, Reinaldo Bulgarelli, Fernando Almeida, Helio Mattar, Mario Monzoni e Simon Zadek na nossa Essência”, completa Sonia.

Mais do que prestar contas da atuação e resultados de 2008, esta publicação tem o propósito de mostrar o novo banco em formação e suas perspectivas para o futuro. O Relatório Anual de Sustentabilidade 2008 do Itaú Unibanco já nasce publicado com o selo “A+ Checked”, da Global Reporting Initiative (GRI) e segue as diretrizes da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca). A publicação também apresenta as iniciativas relacionadas aos 10 Princípios do Pacto Global, desenvolvido pela Organização das Nações Unidas (ONU) da qual Itaú Unibanco é signatário, além de todas as ações realizadas em 2008 para promovê-lo.

”Unificar os indicadores GRI do Itaú e do Unibanco para a produção desse rico material não foi uma tarefa fácil, mas com certeza foi um trabalho essencial para que a nova organização divulgue seus desafios e seu posicionamento no novo cenário socioeconômico global”, finaliza Sonia.

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Neste processo de desenvolvimento sustentável apresenta questões relacionadas ás profundas transformações que inclue o planejamento estratégico sócio-ambiental, atrelado a soluções socialmente corretas, humanamente criativas e economicamente viáveis, estão de parabéns pela preocupação real em transformar em excelentes oportunidades de crescimento organizacional e social.

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