Software SCADA da Elipse contribui para preservação ambiental

Solução E3 monitora o processo de extração e queima do metano no Aterro São João, em São Paulo.

Em junho de 2007, a São João Energia Ambiental, subsidiária da Biogás Energia Ambiental S/A, inaugurou a usina de coleta e queima do metano destinada à extração e destruição do gás bioquímico (biogás) gerado a partir da decomposição orgânica do lixo depositado no Aterro Sanitário São João, em São Paulo. O empreendimento, além de impedir a liberação do metano, 21 vezes mais poluente que o gás carbônico, gera energia elétrica ambientalmente sustentável, evitando a necessidade de outros investimentos voltados à geração de energia com impacto ambiental significativo.

Com o objetivo de monitorar o processo, a São João Energia adotou o supervisório E3 desenvolvido pela Elipse Software e implementado na usina pela empresa integradora, Next Automation. A solução realiza todo o  controle e supervisão do processo de extração e queima do biogás utilizado como combustível na geração de energia. Para isso, a ferramenta emite relatórios e gráficos, contendo todos os dados relevantes aos operadores do sistema.

Através deles, os operadores tem acesso à medição do gás armazenado, queimado e liberado sob a forma de gás carbônico à atmosfera. O software também disponibiliza as informações referentes à temperatura e pressão do gás, vazão e número de horas trabalhadas por cada um dos moto-geradores, equipamentos responsáveis pela conversão do metano em energia. Além disso, o E3 realiza uma análise do percentual de metano e oxigênio emitidos pelo aterro.

Para reforçar ainda mais o controle de todo o processo, em um intervalo de 5 minutos, a solução emite um registro, contendo as informações a respeito dos diferentes parâmetros da planta. Dados que, segundo Picanço, são totalmente confiáveis e fundamentais para a obtenção dos créditos de carbono junto à Organização das Nações Unidas (ONU).

“Sem o E3, não teríamos como comprovar, semestralmente, ao auditor da ONU a quantidade precisa e correta do biogás liberado à atmosfera sob a forma de gás carbônico. Não basta medir, é preciso registrar as informações”, declarou o supervisor.

No Aterro São João, a quantidade de biogás aproveitada, ou seja, convertida em energia é capaz de gerar 24.6 MW de potência, o suficiente para abastecer os domicílios de uma cidade de até 400 mil habitantes por hora.

(Envolverde/Assessoria de Imprensa)

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