Sustentabilidade traz benefícios para empresas e sociedade
Pesquisa revela perfil dos consumidores quanto a questões ambientais
Pesquisa do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, ligado ao Instituto Ethos, revela que 28% dos consumidores entrevistados preferem comprar em redes de varejo que promovem ações ambientais e 37% estão dispostos a pagar mais por um produto ecologicamente correto. O estudo também mostra que 78% dos clientes consideram que as redes de varejo têm responsabilidade sobre seus fornecedores.
Essa pesquisa demonstra que a prática da sustentabilidade é inevitável para as empresas. E ainda podem trazer vários benefícios como diminuição de custos e riscos, redução de desperdícios e geração de lucro e melhorias no relacionamento com os consumidores. Grandes empresas em todo o mundo já adotam medidas socioambientais porque já perceberam que esse tipo de iniciativa pode trazer muitas melhorias.
Dessa forma, uma ação sustentável torna-se uma questão de atitude, estratégia e inovação empresarial. E, para auxiliar os profissionais da área operacional e gerencial do varejo e da indústria, além de instituições de ensino, a Associação ECR Brasil oferece o curso Práticas de sustentabilidade e responsabilidade social no varejo, no dia 21 de outubro, das 8h30 às 17h, em São Paulo. O treinamento mostra como aplicar os princípios de responsabilidade com a comunidade e com o meio ambiente, desde a definição da estratégia de cada empresa até o planejamento de programas e ações concretas dentro da realidade de negócios atual.
Segundo Rosângela Bacima, consultora da Associação ECR Brasil e instrutora do curso, a sustentabilidade é um diferencial de posicionamento e competitividade, um objetivo para qualquer tipo de companhia e deve estar no centro do negócio e não é necessário deixar para depois ou esperar que outras prioridades estejam resolvidas para então pensar a respeito. “Os resultados e benefícios são reais e crescentes, tanto para a empresa, como para a sociedade, num verdadeiro “ganha–ganha”, afirma.
“Com mentalidades ‘antenadas’ na evolução da sociedade, conscientes do atual papel das empresas no mundo e, ainda, com sua crença na proposta da sustentabilidade, empresários e executivos de vanguarda vão comemorar algo ainda visto por muitos como inconciliável: resultados e benefícios para o negócio ao lado de resultados e benefícios para a sociedade e o ambiente”, conclui a consultora da Associação ECR Brasil.
Sobre a Associação ECR Brasil
A entidade sem fins lucrativos, fundada em 1997, reúne mais de 60 empresas associadas e tem como missão difundir as ferramentas de Resposta Eficiente ao Consumidor (Efficient Consumer Response, em inglês), ou simplesmente ECR, sigla pela qual é conhecida no mundo inteiro. As principais ferramentas são gerenciamento por categoria, reposição eficiente e troca eletrônica de dados.
A sigla ECR representa um movimento global, nascido nos Estados Unidos, por meio do qual integrantes de toda a cadeia de abastecimento (varejo, atacado, distribuidores, indústria, serviços e outros), independentemente de marcas, preços ou participação de mercado, trabalham em conjunto em busca de padrões comuns para a melhoria dos processos, redução de custos, aumento da eficiência e, principalmente, atender às necessidades dos consumidores.
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Todo e qualquer artigo nesse próspero campo é, particularmente, inteligente.
Em nosso país,precisamos difundir, com mais afinco,os benefícios da temática “sustentabilidade”, apesar do amadurecimento sobre esta matéria muito embora ainda com pouca expressão por conveniências inexplicáveis.
Sou instrutor de uma especialidade no Direito Administrativo,Licitações e Contratos Administrativos, Gestão e Fiscalização. Tenho divulgado, que projetos de obras ou reformas prediais, mesmo aquisição de equipamentos e mobiliários, devam obedecer esse norte atinente a sustentabilidade, porque configurados de ineresse coletivo. Portanto, não seria essa obediência uma sugestão alternativa e sim uma obrigação doravante, porque mais econômica socialmente, ademais que os recursos orçamentários são públicos, advém dos contribuintes.
Encontramos muito pessimismo, por ignorância sobre o tema, lamentavelmente, muito embora aplaudão o vanguardismo que emergimos.
Precisamos começar essa iniciativa pela própria Administração Pública, mas carecemos de instruções normativas para tal fim, o que não significa impraticabilidade ou muito tempo para revelarmos essa providencial geração contratual.